Desculpas, aceitas?

Dizer que tenho alguma intenção com este blog é contrariar a própria intenção dele existir, que é não ter intenções. Queria algo que simbolizasse o ininterrupto e também a liberdade, queria escrever – ou dizer coisas – sem me preocupar com as normas, as criticas, técnicas, usando o básico da ortografia “entendível” e assim de uma forma simplista e próxima conseguir expor o meu eu.
Sou muito mais que um homem que escreve, tenho uma vida que continuamente me trás percalços e dádivas. Também não sou mais interessante que o último homem a quem você deu bom dia hoje. Sou (e me farei) simples. Talvez nessa época tão cheia de excessos, com tanta gente sensacional preenchendo lacunas na sociedade, nós, os simpleses, seremos a parte especial do mundo. Aqueles que os outros olham e pensam “que gente estranha… de onde vêm?”.
Talvez este blog seja isso, mas nada intencionado.

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Um pensamento sobre “Desculpas, aceitas?

  1. Ser simples é coisa da maior nobreza nos dias de hoje! E sim, há de se destacar aqueles que sabem cultivar a simplicidade.

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